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Artigos

Como age a ocitocina no homem?

Dr. Ítalo Rachid (Cremesp 114612), mais de 30 anos dedicados à Medicina Integrativa, com foco na prevenção e qualidade de vida.
Ítalo Rachid
Ítalo Rachid
Dr. Ítalo Rachid (Cremesp 114612), mais de 30 anos dedicados à Medicina Integrativa, com foco na prevenção e qualidade de vida.
Ítalo Rachid
Ítalo Rachid

Quando falamos sobre  ocitocina é comum lembrar-se do amor e do parto.

Contudo, como age a ocitocina no homem?

A oxitocina é um hormônio, produzido pelo hipotálamo e armazenado pela hipófise posterior. Quando liberado ele age influência nas relações com outros e na sensação de proximidade. 

Contudo, seus efeitos vão muito além disso. 

Continue a leitura e entenda como age a ocitocina no homem. 

Afinal, como age a ocitocina no homem? 

Quando liberada perifericamente pela hipófise posterior, atua estimulando a produção de leite materno e a contração uterina no parto, já quando é liberada centralmente, a oxitocina age como um neuromodulador de diversos processos, tais como modulação da ansiedade, da libido, da interação social e regulação das respostas neuroendócrinas e cardiovasculares. 

Considerada o ‘’hormônio do amor’’, é alvo de recentes pesquisas, pois melhora a interação social e a realização de vínculos afetivos.

Quando nos voltamos ao público masculino, os efeitos da ocitocina tem uma enorme semelhança com os daqueles no público feminino. 

Nos dois gêneros, a ocitocina apresenta efeitos tais como:

  • Dilata os vasos sanguíneos melhorando o fluxo sanguíneo, ajudando a reduzir a pressão arterial.
  • Melhora a cicatrização de feridas devido a melhoria  do fluxo sanguíneo.
  • Estimula a melhorar a ligação entre os amantes.
  • Acelera e intensifica o orgasmo e melhora o desejo sexual ou libido.
  • Reduz a produção de hormônios catabólicos como o cortisol.

Segundo a vasta literatura, quando a ocitocina é liberada no organismo masculino, ela aumenta a sensibilidade do pênis durante o contato sexual e aumenta a frequência das ereções. Também melhora a ejaculação pela contração estimulante das vesículas seminais, túbulos seminíferos, epidídimo e da próstata. 

A liberação de espermatozóides também é reforçada pela oxitocina. Após o orgasmo a oxitocina induz a sonolência nos homens. 

No homem, a ocitocina aumenta o volume de esperma e intensifica a experiência do orgasmo. Outros benefícios demonstrados em estudos estão relacionados ao aumento de hormônios anabolizantes como a testosterona e o IGF-1, relaxamento muscular resultando na diminuição em sintomas de fibromialgia e na diminuição da hipertensão arterial e da vasodilatação coronariana.

O que fazer para aumentar os níveis de ocitocina? 

A ocitocina é um hormônio essencial para o bom funcionamento do organismo humano. 

Podendo atuar em todas as áreas do corpo e vida, ela é indispensável quando se deseja alcançar a qualidade de vida e o bem-estar. 

Por este motivo, quando a ocitocina está em baixos níveis no organismo, é preciso identificar com rapidez o quadro para poder restaurar o equilíbrio hormonal e qualidade de vida. 

Alguns sinais e sintomas da diminuição de ocitocina no organismo são mentais e físicos e podem ser percebidos com análise profissional. São estes:

  • Palidez;
  • Olhar infeliz;
  • Olhos secos;
  • Corpo pobre em expressões emocionais;
  • Diminuição da libido;
  • Estresse;
  • Diminuição da função cognitiva;
  • Distúrbios do sono;
  • Falta de lubrificação da glande durante o sexo;
  • Diminuição da capacidade de ejacular;
  • Obesidade;
  • Calorosa antes, agora se tornou fria e introvertida;
  • Dores musculares e pontos musculares sensíveis e tensos;
  • Excesso de sensibilidade à dor;
  • Ansiedade excessiva/medo.

Estudos indicam que a ocitocina é aumentada através do contato físico, abraços, massagem, atividade física, contato sexual, e atividades como canto e leitura. 

Em contrapartida, os níveis de oxitocina são diminuídos pelo isolamento ou solidão, ansiedade, depressão, estresse crônico, e as deficiências nos hormônios sexuais. 

Outro ponto importante é a diminuição dos níveis de ocitocina com a idade, pois as células que produzem a oxitocina se tornam menos sensíveis a estímulos.

Além das práticas mencionadas, também podemos encontrar a suplementação de ocitocina como auxiliar no aumento dos níveis do hormônio no organismo.

Ela pode ser manipulada por farmácias de manipulação, sob prescrição de profissional habilitado, e pode ser disponibilizada em cápsulas, comprimidos sublinguais ou ainda em spray nasal, para melhores absorção e ação. 

Um estudo da Universidade de Zurique mostrou que as pessoas que recebem apoio social, ou ingerem ocitocina, registram aumento da calma e diminuição dos índices de ansiedade. 

Trabalhos científicos comprovam os benefícios da ocitocina na melhora do comportamento repetitivo, interação ocular, social e vínculo emocional de pacientes autistas e esquizofrênicos. 

No estudo da Mount Sinai School of Medicine, de Nova York, acredita-se que as injeções de ocitocina são extremamente benéficas para os adultos que sofrem de autismo. 

Na pesquisa, foi demonstrado que os adultos que tinham sido diagnosticados com síndrome de Asperger ou outras áreas do espectro do autismo foram capazes de reagir com mais profundidade e clareza em situações sociais após uma injeção de ocitocina.

Segundo um estudo realizado pela Stanford University School of Medicine o hormônio ocitocina pode funcionar como um tratamento para aliviar dores de cabeça frequentes. 

Os 40 pacientes que participaram do estudo tinham uma condição chamada cefaléia crônica diária, na qual as pessoas experimentam pelo menos 15 dores de cabeça por mês, muitas vezes fortes enxaquecas. Os participantes haviam tentado vários tratamentos existentes sem obter bons resultados. 

Dos pacientes que receberam uma dose de oxitocina como spray nasal, 50% relataram que a dor de cabeça diminuiu pela metade, e 27% não relataram dor após quatro horas. Em comparação, somente 11% dos pacientes que receberam um spray placebo disseram que sua dor de cabeça diminuiu pela metade depois de quatro horas, e nenhum deles relatou alívio completo da dor. 

Os pesquisadores acreditam que a oxitocina trabalha agindo sobre o nervo trigêmeo, que carrega a informação da dor da cabeça e do rosto. A ocitocina se liga a receptores no nervo e bloqueia os sinais de dor.

Até agora, os pesquisadores não observaram quaisquer efeitos secundários adversos do tratamento com ocitocina.

Assim, temos evidências que níveis altos de ocitocina no organismo são benéficos para todo indivíduo, podendo melhorar a atividade cognitiva, suas relações com outros, seu humor e até mesmo dores diárias ou estresse. 

Diante dessa perspectiva, não restam dúvidas da importância da manutenção dos níveis hormonais de cada indivíduo para a manutenção do bem-estar e o alcance da qualidade de vida. 

Dr. Ítalo Rachid – CREMEC 4435 | RQE 5474 | CREMESP 114612

Médico ginecologista de formação, com quase quatro décadas dedicadas às Ciências da Longevidade Humana, é fundador do Grupo Longevidade Saudável e pioneiro na introdução da Medicina Integrativa no Brasil. Ao longo de sua trajetória, já impactou e formou quase 20 mil médicos, difundindo um modelo de prática clínica inovador, focado na manutenção da saúde, na prevenção e na qualidade de vida. Sua atuação une ética, ciência e visão transformadora, consolidando um legado que ultrapassa gerações.

Dr. Ítalo Rachid - Cremesp 114612

Médico ginecologista de formação, com quase quatro décadas dedicadas às Ciências da Longevidade Humana, é o fundador da Longevidade Saudável, introdutor da Medicina Funcional Integrativa no Brasil e já formou mais de 13 mil médicos nesse modelo de medicina focado na manutenção, promoção da saúde e melhora da qualidade de vida.

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