A falta de hormônios é um evento catastrófico para a saúde, bem-estar e vitalidade do ser humano.
Contudo, mesmo que os sintomas da deficiência hormonal se manifestem com uma frequência muito maior do que imaginamos, infelizmente, a maior parte das pessoas acaba se acostumando com as sensações incômodas, ignorando os sinais danosos e nocivos à sua saúde.
Vamos a uma breve explicação: os hormônios são mensageiros químicos que governam todo o processo de comunicação intracelular.
Por conta disso, é essencial que esses importantes componentes estejam em equilíbrio.
Afinal, é a partir desse equilíbrio que os hormônios sinalizam às células quando inicia a execução de alguma tarefa e por quanto tempo isso deve ocorrer.
Através dessa comunicação que as 10 trilhões de células formam um único organismo.
Portanto, a deficiência hormonal no corpo traz sérios danos à saúde física e mental.
Continue a leitura para conhecer os principais sintomas da falta de hormônios.
Conheça os primeiros sinais da deficiência hormonal
Todas as pessoas, independente de etnia ou forma física, experimentam o declínio da produção hormonal por volta dos 25 a 30 anos.
A partir dessa fase, o organismo passa a exigir muito mais dos hormônios do que a sua capacidade de produzir.
Contudo, é importante compreender que os hormônios não sofrem declínio por causa do envelhecimento, mas sim, o envelhecimento ocorre devido ao declínio hormonal.
Isso não significa que o indivíduo com o equilíbrio hormonal estabelecido não irá envelhecer, mas sim, que é possível envelhecer em um ritmo mais suave, controlado e com danos à saúde reduzidos.
Conforme estabelecido na introdução deste artigo, os sinais do declínio hormonal são considerados como “normais” pela maior parte da população, que sem informações sobre o assunto, permanece vivendo em uma situação extremamente nociva à saúde.
O desequilíbrio hormonal não pode, em hipótese alguma, ser considerado algo “natural”.
O grande perigo dos sinais da deficiência hormonal está na capacidade que eles possuem de se expressar nos mais diferentes quesitos em nossa fisiologia.
Afinal, os receptores estão espalhados pelas células de todo o organismo.
Entre os principais sintomas de falta de hormônios estão:
- Dificuldade para dormir;
- Facilidade para acordar no meio da noite;
- Dificuldade para acordar de manhã sem o auxílio do despertador;
- Diminuição da massa magra;
- Mais flacidez na pele;
- Ganho de gordura;
- Menos energia para as atividades cotidianas.
Nesse sentido, vivenciar tais sintomas não significa que você está apenas cansado, ou se recuperando de uma semana agitada, mas sim, que o seu corpo está silenciosamente gritando por socorro.
Por conta disso, em qualquer momento em que o indivíduo observa a si mesmo, seja no espelho ou a sua saúde, percebendo sinais como estes, é essencial que busque atendimento médico com conhecimentos em hormonologia, para que seja realizada uma avaliação de seu perfil hormonal e possível necessidade de reposição.
Afinal, o que a falta de hormônios pode causar?
Como pudemos perceber, a falta de hormônios causa danos nocivos à saúde de homens e mulheres de todo o mundo.
Dentre os mais conhecidos sinais de declínio hormonal estão a Andropausa e a Menopausa, que afetam homens e mulheres, respectivamente.
De acordo com o artigo Andropausa: Guia Completo, a partir dos 40 anos o declínio da testosterona no organismo do homem gira em torno de 1% ao ano.
Ainda, segundo a literatura, o Declínio Androgênico Masculino (Andropausa) é um fator agravante para a diminuição da massa e da força muscular, aumento da gordura corporal, densidade mineral óssea diminuída, osteoporose, vitalidade diminuída, humor deprimido, fragilidade imunológica, ressecamento da pele, déficit de memória, aversão ao convívio social, queda de cabelos, alterações do sono e, logo, do comprometimento da qualidade de vida.
Ou seja, ao contrário do que costuma-se associar, a testosterona não é um hormônio com funções somente concentradas no desempenho do sistema reprodutivo masculino, além de ser também um hormônio presente no corpo da mulher.
Segundo um estudo, baixos níveis de testosterona podem aumentar as chances de morte entre homens acima de 50 anos, o que corrobora a informação de que tal hormônio é essencial para a saúde e longevidade saudável do homem.
Dados apresentados no Guia Completo sobre a Menopausa, abordam que, por volta dos 30 anos, o metabolismo feminino começa a apresentar sinais de desaceleramento; por volta dos 35 anos, inicia-se na vida de uma mulher uma fase chamada de climatério, que se prolonga até os 65 anos e possui vasta sintomatologia relacionada ao Declínio Gonadal Feminino (Menopausa).
Dentre os principais sintomas encontram-se os famosos fogachos e ondas de calor, além de outras condições mais nocivas à saúde, como por exemplo a osteoporose.
Segundo estudo, durante o período de transição da menopausa, a queda do estrogênio ocasiona maior reabsorção óssea do que sua formação, resultando em osteoporose, que pode levar ao aumento das fraturas e prejudicar a qualidade de vida da mulher.
Compreenda a importância do equilíbrio hormonal
O equilíbrio hormonal é vital para a saúde e qualidade de vida do ser humano, afinal, os hormônios trabalham à favor da vida!
Nesse sentido, é fundamental a atenção à observação do organismo humano em um plano mais amplo, considerando suas capacidades e necessidades, além de aspectos isolados, como sintomas de alguma patologia.
Por conta disso, observar os sinais de declínio hormonal, bem como oferecer ferramentas para sua reposição é uma conduta essencial relacionada aos profissionais de saúde.
Assim, torna-se evidente a necessidade de uma mudança de hábitos e também a utilização de uma importante ferramenta do campo da hormonologia: a Terapia de Reposição Hormonal (TRH).
Contudo, é através de mudanças, tanto por parte dos indivíduos, quanto por parte do profissional médico que é possível promover uma longevidade mais saudável para homens e mulheres.
Confira 10 dicas para manter o equilíbrio hormonal aqui.



