O estrogênio é o hormônio sexual feminino.
Ele é vital para a saúde feminina, no entanto há hábitos que podem fazer com que os níveis de estrogênio variem. Você sabe que existem alimentos que diminuem o estrogênio?
Desequilíbrio hormonal não é novidade na vida contemporânea. Essas substâncias funcionam como uma orquestra, e qualquer nota desafinada – estresse, exageros à mesa, sedentarismo – prejudica a harmonia.
Um dos hormônios mais afetados pelos maus hábitos é, exatamente, o estrogênio.
Diante dessa perspectiva, é de suma importância saber quais alimentos diminuem o estrogênio no organismo.
Para descobrir, continue a leitura.
Afinal, quais são os alimentos que diminuem o estrogênio?
Segundo a literatura, o estrogênio atua como controlador da ingestão de alimentos, gasto de energia e distribuição do tecido adiposo, além de regular a secreção de insulina, metabolismo de nutrientes, saúde do músculo esquelético, fígado e células do sistema imunológico.
Nesse sentido, a deficiência de estrogênio relaciona-se com disfunções metabólicas que predispõem à obesidade, a síndrome metabólica e diabetes tipo 2.
Afinal, o estrogênio e outros hormônios desempenham papel fundamental para uma longevidade saudável, principalmente quando consideramos o fato de que a idade, certas doenças ou distúrbios hereditários podem fazer com que os níveis desse hormônio caiam ou se apresentem de maneira elevada.
Inclusive, o estrogênio alto, em mulheres, é considerado um dos fatores de risco para câncer de mama e câncer de ovário, além de aumentar as chances para o risco de câncer endometrial, de acordo com American Cancer Society (ACS).
Estrogênio e alimentação: qual a relação?
Quando o assunto é poluição estrogênica, o abuso de carne vermelha, frituras e álcool coordenam o caminho.
As duas primeiras são ricas em gorduras saturadas, que podem aumentar o estrogênio, e a bebida prejudica a função do fígado, onde se inicia o processo de despoluição estrogênica, finalizado no intestino.
No entanto, comer muitas fibras: grãos, legumes, verduras e frutas devem estar incluídos em todas as refeições em boa quantidade e beber água junto do consumo probióticos contribui para o bom funcionamento do intestino, o que pode colaborar para o bom funcionamento de todo o organismo.
Tais atos ajudam o fígado a funcionar melhor. Esse órgão é o grande responsável pelo metabolismo do estrogênio e da gordura.
Assim, comer alimentos ricos em fitoestrogênios pode ser uma boa estratégia para tentar manter os níveis de estrogênio melhor regulados, prevenindo a osteoporose.
Alimento #1 – Brócolis
Contêm uma substância chamada indol, que ajuda o corpo a metabolizar o estrogênio.
Além disso, o brócolis auxilia na manutenção de um estilo de vida com a alimentação mais equilibrada e saudável para o indivíduo em questão.
Alimento #2 – Linhaça
É uma excelente fonte de ácidos ômega-3, que neutralizam o hormônio presente em outras gorduras.
Também pode ser substituída por óleo de linhaça ou peixes pescados na natureza.
Alimento #3 – Alimentos ricos em crisina e apigenina
Chás de camomila e maracujá são ricos em crisina e apigenina, dois antioxidantes ligados à inibição da atividade do estrogênio.
Além disso, podem ser essenciais para auxiliar em outras necessidades fisiológicas.
Alimento #4 – Alho e cebola
Fontes de quercetina, um antioxidante que tem ação sobre as enzimas envolvidas na produção do hormônio.
Também são dois temperos muito utilizados em alimentação caseira e saudável, importantíssimas para incluir em uma dieta balanceada.
Alimento #5 – Açafrão e caril (curry)
Essas deliciosas especiarias contém curcumina, uma substância inibidora dos efeitos do estrogênio.
A importância do equilíbrio do estrogênio
Níveis desregulados do hormônio estrogênio podem trazer consequências negativas para a saúde de qualquer indivíduo, tanto o declínio quanto o aumento deste hormônio.
Ainda é preciso notar que antes de tomar qualquer decisão, é de suma importância a consulta com um profissional de confiança e de uma vasta análise para poder seguir de maneira segura.
Também é importante lembrar que, os benefícios da alimentação balanceada e saudável não se limitam aos citados neste artigo.
O lado positivo de uma boa alimentação é imenso, tendo influência na qualidade de vida, no entanto, muitos casos requerem o acompanhamento médico para uma suplementação personalizada e eficaz.



