11892175_507749812717628_6725078652584465108_nOs malefícios das noites em claro | Parte 5: Aparelho identifica
problemas no sono

Pessoas com distúrbios do sono, como insônia, estão sujeitas ao risco de desenvolver várias doenças, inclusive cardíacas

Além do histórico clínico, para identificar problemas de sono do paciente, os especialistas também usam um exame chamado polissonografia. Durante a realização do exame, é feito o registro simultâneo de variáveis eletrofisiológicas, como a atividade elétrica cerebral (eletroencefalograma), movimento dos olhos (eletro-oculograma), atividade dos músculos (eletromiograma), frequência cardíaca, fluxo e esforço respiratório, oxigenação do sangue (oximetria), ronco e posição corpórea. “O objetivo é fornecer ao médico dados precisos em relação ao sono, como a incidência de roncos, de distúrbios respiratórios, movimentos e comportamentos anormais”, explica o Dr. Almeida.

Para realizar o exame, o paciente dorme em um ambiente confortável e é monitorado por aparelhos que permitem testar os potenciais elétricos da atividade cerebral e dos batimentos cardíacos, os movimentos dos olhos, a atividade muscular, o esforço respiratório e os movimentos das pernas, além de outros parâmetros.

“Com esse exame, o especialista consegue monitorar o paciente e apontar se ele tem sono superficial ou profundo, se acorda várias vezes à noite ou se apresenta algum outro problema que atrapalha o sono”, diz o neurologista.

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