11102778_465691630256780_1514800195987424435_nColágeno para articulações saudáveis | Parte 3: Alimentação

A boa notícia é que a alimentação pode ajudar a repor o colágeno. Por isso, é preciso incluir frequentemente no cardápio alimentos de origem animal, como carnes vermelhas, frango, peixes e ovos, que são a principal fonte da substância.

Já vegetais como soja, feijão, lentilha e grão-de-bico, apesar de não serem fontes diretas de colágeno, são fontes de proteínas que contribuem para a formação dessa substância. A recomendação de consumo diário de proteína para adultos, de acordo com o RDA Recommended Dietary Allowance (RDA) e Dietary Reference Intakes (DRI), dos EUA, é de 0,8 grama por quilo de peso.

O problema é que, de acordo com uma pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) feita entre 2008 e 2010, a alimentação de 90% dos brasileiros deixa a desejar neste sentido: ela é rica em produtos calóricos e de baixo teor nutritivo.

Ou seja, menos de 10% das pessoas atinge as recomendações de consumo de frutas, legumes e verduras, que é de 400 gramas ao dia, o que as torna um alvo fácil de doenças e desgastes nas articulações.

Entretanto, somente a alimentação não é capaz de fornecer a quantidade ideal dessa proteína de que nosso organismo necessita a partir dos 30-40 anos. É aí que entra a suplementação.

Estudos conduzidos em renomadas instituições de pesquisa estão mostrando que o uso diário de colágeno extraído industrialmente de ossos, peles e tendões de animais não tem contraindicação e é capaz de estimular a produção do colágeno natural, que perdemos com o passar do tempo.

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